Artur Elias Carneiro : Docentes | StudioClio - Instituto de Arte & Humanismo

Artur Elias Carneiro

Flautista

Egresso da Escola de Música da OSPA (hoje Conservatório Pablo Komlós), graduou-se pela UFRGS – sempre sob a orientação do prof. Hans Hess. Posteriormente, aprofundou seus estudos musicais em Stuttgart, Alemanha, onde viveu por quase três anos.

Concluída essa fase de estudos formais, busca inspiração e aperfeiçoamento em cursos com grandes mestres da flauta como Aurèle Nicolet, Felix Renggli e Michel Debost. 

O 1º flautista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre conquistou essa posição, através de concurso público, aos 19 anos. 

Paralelamente à atividade sinfônica, mantém intensa atividade camerística, tendo fundado diversos ensembles que marcaram a vida musical do RS nos últimos quinze anos.

Sua versatilidade como intérprete é notável: percorre com naturalidade terrenos täo diversos como a música de vanguarda(diversas primeiras audições e obras a ele dedicadas), a música barroca (interpretada com instrumentos de época), e a música popular instrumental. Nesta última categoria, é bastante conhecido por sua frutífera colaboração com a pianista e compositora Dunia Elias. Em 2004, foi premiado como Melhor Instrumentista, no Musicanto Sul-Americano de Nativismo, em Santa Rosa. 

Apresenta-se freqüentemente como solista junto a diversas orquestras; nessa condição, já trabalhou ao lado dos seguintes regentes: Eleazar de Carvalho, Kurt Redel, Tulio Belardi, Manfredo Schmidt, Norton Morozowicz, Antônio Carlos Cunha, Lutero Rodrigues, Cláudio Ribeiro, Ion Bressan, entre outros.

Em 1987 venceu o Concurso Jovens Solistas da OSPA.

Em 1989, uma pequena façanha: venceu o disputado Concurso de Música de Câmara da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, com dois grupos de uma só vez: o Trio Tonus, vencedor do 1º prêmio na categoria trio, e o Duo Porto Alegre, laureado com o Prêmio Homero de Magalhães pelo melhor trabalho apresentado, considerado hors-concours.

Em 1996 foi um dos vencedores do Concurso Nacional Jovens Flautistas, promovido pela ABRAF e realizado na Escola Nacional de Música, no Rio de Janeiro.

Em 1997, quando da realização da série ‘Encontros de Flautas’, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, foi o único brasileiro convidado, apresentando-se como solista da Orquestra de Câmara Opus Rio, interpretando Mozart e Telemann.

Em 2000, mais um trabalho pioneiro: como solista da série Telefônica Celular, da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, que tradicionalmente mescla o repertório clássico com artistas populares, pela primeira vez, o mesmo solista foi a atração em ambos os gêneros, alternando Stamitz e Pixinguinha, e apresentando inclusive suas próprias orquestrações de alguns ‘clássicos do choro’.

 

Desde 2002, é o Professor de Flauta na Escola, agora Conservatório Pablo Komlós, da OSPA.

 

Recentemente - como convidado do VI Festival Internacional de Flautistas - fez a estréia para as Américas do 2º Concerto para Flauta do compositor iugoslavo Ivan Jevtic, com a Orquestra Sinfônica da Bahia, sob a regência do Mº Norton Morozowicz.

 

Foi um dos três indicados ao Prêmio Açorianos 2005, categoria Melhor Instrumentista (erudito).

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